quarta-feira, 13 de abril de 2016

Robótica Educacional: o que é e o que agrega ao aluno (Anna Laura Fernandes)

O que é Robótica Educacional?

Como o próprio nome já diz, a robótica é a ciência que estuda a programação e montagem de robôs. A Robótica Educacional é a aplicação escolar da montagem e programação em um contexto interativo. 
Em prática, a vantagem de aplicar Robótica Educacional nas escolas é o caráter multidisciplinar que estas atividades possuem. Em outras palavras, o projeto desta área interage com outras disciplinas, e desenvolve, principalmente, o trabalho em equipe.

Mas como podemos integrar o caráter do curso técnico de Informática com a Robótica Educacional?

Informática = Ciência do tratamento automático e racional da informação como suporte de conhecimentos e comunicações; conjunto de aplicações dessa ciência, através da utilização de máquinas (computadores) e programas (software).
Obviamente, o primeiro fator integrado entre a Robótica Educacional e a Informática é a programação. 
Os robôs utilizados durante o projeto de Robótica Educacional são a demonstração prática dos conteúdos da disciplina de Lógica de Programação, que faz parte do currículo do curso técnico.
Além disto, os profissionais da área da Informática dependem da comunicação e interatividade em sua área, o que também é desenvolvido ao longo do projeto.

E qual é a relação entre Robótica Educacional e Iniciação Profissional?

Todo curso técnico prepara o estudante para o mercado de trabalho.
A disciplina de Iniciação Profissional dá ao aluno instruções e dicas de como iniciar a carreira como técnico de informática, e o projeto desenvolve nos estudantes: 

  1. Comunicação;
  2. Interatividade;
  3. Criatividade;
  4. Senso crítico;
  5. Conexão com a realidade de trabalho em equipe nas empresas.
Minha recomendação de leitura de artigos e websites sobre o assunto:
http://www.laroboticaeducacional.com.br/novo/
http://pt.slideshare.net/andradejoseraul/seminrio-de-robotica-novo
http://www.roboticanaescola.com.br/

Texto escrito por: Anna Laura Fernandes dos Santos

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